Artigos do autor: Jobe

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O profissional que as empresas desejam

Categoria: Gestão Empresarial

Levantamento mostra o que as melhores companhias buscam na hora de contratar.

Prepare-se!

Por Andrea Giardino, redação VOCÊ S/Aimg1

 

 

 

 

 

 

O que as empresas buscam na hora da contratação? A VOCÊ S/A fez um levantamento com as 30 companhias classificadas neste guia para descobrir o que elas mais valorizam quando recrutam um jovem profissional. Sete em cada dez afirmam que vão expandir os negócios ao longo de 2011. Essa condição, de rápido crescimento, impacta diretamente o perfil de quem estão contratando agora.

“Queremos pessoas com visão empreendedora, dinâmicas e com espírito inovador”, diz Sandro Bassili, vice-presidente de gente e gestão da Ambev, que este ano deve investir 2,5 bilhões de reais em novas fábricas, centros de distribuição e atualização das unidades atuais. Ao contrário do que se imagina, as companhias não dão tanta importância a cursos de pós-graduação ou MBA no currículo de quem está começando.

A ansiedade para conquistar o emprego dos sonhos é tanta que muitos jovens se matriculam em cursos desse tipo assim que deixam a faculdade, achando que valorizará seu passe. “Isso só faz sentido depois de alguns anos de carreira, quando aumentam as exigências de gestão”, afirma Armando Bordallo, diretor de RH da Ernst & Young Terco.

No entanto, ter uma bagagem, por sua vez, é uma característica bem valorizada. Ou seja, conta o conhecimento ganho no dia a dia. “O candidato não precisa de MBA nem de experiência internacional. Preferimos formar aqui”, diz Sandro, da Ambev.

Se você busca um projeto de carreira bacana, conheça as principais competências e qualificações desejadas pelas melhores empresas. Fica mais fácil se preparar para trabalhar em uma delas.

HABILIDADES COMPORTAMENTAIS
Quais são as 5 principais competências que sua empresa busca ou vai buscar nos jovens profissionais?

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CAPACITAÇÃO
Quais são os principais aspectos que um jovem profissional precisa ter para trabalhar na sua empresa?

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CEP – Controle Estatístico de Processos

Categoria: Gestão Empresarial

A função básica do controle estatístico de processo é padronizar a produção de forma a evitar a variabilidade. A variabilidade como o próprio nome diz, são as variações ocorridas nas especificações dos produtos finais de uma organização. Essa variação compromete o sistema de qualidade visto que alguns produtos deverão ser retrabalhados ou simplesmente sucateados.

Grafico CEP

Uma ferramenta importantíssima no controle estatístico de processo é a estatística. Através dela efetua-se coleta de dados no processo e formaliza-se uma padronização que deverá ser acompanhada de perto pelos envolvidos no processo de produção.

Existem formas de implantação deste procedimento que devem ser observadas para garantir seu êxito. A primeira delas é selecionar o processo que será utilizado para aplicação do controle estatístico. A prioridade é escolher processos cujos produtos possuem grandes índices de rejeição ou necessitam de grande controle de inspeção.

Os processos cujos produtos possuem grandes índices de rejeição ou necessitam de grande controle de inspeção. Os processos que estão sendo executados harmoniosamente serão analisados posteriormente, pois se não existem sintomas de anomalias não requerem uma preocupação inicial.

O CEP informa quando agir e quando não agir. Se a ação for tomada oportuna e adequadamente ela se mostra econômica e eficaz. Quando se age no processo estamos nos orientando para o futuro e com isso evitamos o desperdício.

Nosso sistema ERP, possui esta ferramenta para auxiliar os nossos clientes produzirem com qualidade.

Conte com a CorpSystem especialista em soluções corporativas.

 

 


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Teste de Software

Categoria: Gestão em TI

Imagem de Teste

Introdução

Em uma situação ideal, nós como programadores partindo do princípio que somos bons no que fazemos poderíamos garantir que todos os programas funcionariam corretamente. Infelizmente esta não é a realidade. Isso porque os programas possuem um grande número de estados com fórmulas complexas, atividades e algoritmos. O tamanho do projeto a ser desenvolvido e a quantidade de pessoas envolvidas no processo aumentam ainda mais a complexidade. Assim, a presença de falhas é inevitável. Mas o que significa dizer que um programa falhou? Basicamente significa que o funcionamento do programa não está de acordo com o esperado pelo usuário. Por exemplo, quando um usuário da linha de produção efetua consultas no sistema das quais só a gerência deveria ter acesso. Esse tipo de falha pode ser originado por diversos motivos, como os listados abaixo:

  • A especificação pode estar errada ou incompleta.
  • A especificação pode conter requisitos impossíveis de serem implementados, devido à limitações de hardware ou software.
  • Talvez a base de dados esteja organizada de forma que não seja permitido distinguir os tipos de usuário.
  • Pode ser que haja um erro no algoritmo de controle dos usuários
  • Pode ser que haja erros no código, o algoritmo pode estar implementado de forma errada ou incompleta.

Portanto, uma falha é o resultado de um ou mais defeitos em algum aspecto do sistema. O teste de software pode ser visto como uma parcela do processo de qualidade de software. A qualidade da aplicação pode, e normalmente, varia significativamente de sistema para sistema mas os atributos qualitativos previstos na norma ISO 9126 que são: funcionalidade, confiabilidade, usabilidade, eficiência, manutenibilidade e portabilidade. Um desenvolvimento organizado de software tem como premissa uma metodologia de trabalho. Esta deve ter como base conceitos que visem a construção de um produto de software de forma eficaz. Dentro desta metodologia estão definidos os passos necessários para chegar ao produto final esperado. Esse é o campo de estudos da Qualidade de Software, uma sub-área da Engenharia de Software. Assim, quando se segue uma metodologia para o desenvolvimento de um produto de software espera-se um produto final que melhor agrade tanto aos clientes quanto ao próprio fornecedor, ou seja, a empresa de desenvolvimento. Observando este aspecto, não faz sentido iniciar a construção de um produto de software sem ter uma metodologia de trabalho bem solidificada e que seja do conhecimento de todos os envolvidos no processo. Porém, além de uma crescente demanda por softwares de qualidade, as empresas de desenvolvimento de software sofrem cada vez mais pressão por parte dos clientes para que o produto seja entregue num curto período de tempo. Este fato pode fazer com que uma sólida metodologia de trabalho acabe por se desequilibrar. Independentemente da metodologia de trabalho empregada no desenvolvimento de um software, para que se obtenha um produto final com um certo nível de qualidade é imprescindível a melhoria dos processos de engenharia de software. Uma maneira viável para se assegurar a melhoria de tais processos seria tomar como base modelos sugeridos por entidades internacionais respeitadas no assunto. Dentro de uma gama de modelos, sejam eles para situações e ambientes específicos ou para soluções genéricas, existem alguns que são mais utilizados e tidos como eficientes, como por exemplo os SW-CMM, SE-CMM, ISO 15504 e o mais conhecido CMMI. Outro factor com grande influência sobre a qualidade do software a ser produzido é o que diz respeito aos testes que serão executados sobre tal produto. Todas as metodologias de desenvolvimento de software têm uma disciplina dedicada aos testes. Atualmente esta é uma tarefa indispensável, porém muitas vezes efetuada de maneira ineficiente, seja pelo subestimar dos que desenvolvem, pela falta de tempo ou mesmo pela falta de recursos humanos e financeiros.

Técnicas de Teste

Atualmente existem muitas maneiras de se testar um software. Mesmo assim, existem as técnicas que sempre foram muito utilizadas em sistemas desenvolvidos sobre linguagens estruturadas que ainda hoje têm grande valia para os sistemas orientados a objeto. Apesar de os paradigmas de desenvolvimento serem completamente diferentes, o objetivo principal destas técnicas continua a ser o mesmo: encontrar falhas no software. Abaixo estão descritas as três técnicas mais conhecidas.

Caixa-Branca

Técnica de teste que avalia o comportamento interno do componente de software. Essa técnica trabalha diretamente sobre o código-fonte do componente de software para avaliar aspectos tais como: teste de condição, teste de fluxo de dados, teste de ciclos e teste de caminhos lógicos. Os aspectos avaliados nesta técnica de teste dependerão da complexidade e da tecnologia que determinarem a construção do componente de software, cabendo portanto avaliação mais aspectos que os citados anteriormente. O testador tem acesso ao código fonte da aplicação e pode construir códigos para efetuar a ligação de bibliotecas e componentes. Este tipo de teste é desenvolvido analisando-se o código fonte e elaborando-se casos de teste que cubram todas as possibilidades do componente de software. Dessa maneira, todas as variações originadas por estruturas de condições são testadas. Um exemplo bem prático desta técnica de teste é o uso da ferramenta livre JUnit para desenvolvimento de classes de teste (test cases) para testar classes ou métodos desenvolvidos na Java. Também se enquadram nessa técnica testes manuais ou testes efetuados com apoio de ferramentas para verificação de aderência a boas práticas de codificação reconhecidas pelo mercado de software. A aderência a padrões e boas práticas visa principalmente a diminuição da possibilidade de erros de codificação e a busca de utilização de comandos que gerem a melhor performance de execução possível. Apesar de muitos desenvolvedores alegarem que não há ganhos perceptíveis com essa técnica de teste aplicada sobre unidades de software, devemos lembrar que, no ambiente produtivo, cada programa pode vir a ser executado milhares ou milhões de vezes em intervalos de tempo pequenos. É na realidade de produção que a soma dos aparentes pequenos tempos de execução e consumo de memória de cada programa poderá levar o software a deixar de atender aos objetivos esperados. A técnica de teste de Caixa-Branca é recomendada para as fases de Teste da Unidade e Teste da Integração, cuja responsabilidade principal fica a cargo dos desenvolvedores do software, que por sua vez conhecem bem o código-fonte produzido.

Caixa-Preta

Técnica de teste em que o componente de software a ser testado é abordado como se fosse uma caixa-preta, ou seja, não se considera o comportamento interno do mesmo. Dados de entrada são fornecidos, o teste é executado e o resultado obtido é comparado a um resultado esperado previamente conhecido. Haverá sucesso no teste se o resultado obtido for igual ao resultado esperado. O componente de software a ser testado pode ser um método, uma função interna, um programa, um componente, um conjunto de programas e/ou componentes ou mesmo uma funcionalidade. A técnica de teste de Caixa-Preta é aplicável a todas as fases de teste – fase de teste de unidade (ou teste unitário), fase de teste de integração, fase de teste de sistema e fase de teste de aceitação. A aplicação de técnicas de teste leva o testador a produzir um conjunto de casos de teste (ou situações de teste). A aplicação combinada de outra técnica – Técnica de Particionamento de Equivalência (ou uso de Classes de Equivalência) permite avaliar se a quantidade de casos de teste produzida é coerente. A partir das classes de equivalência identificadas, o testador irá construir casos de teste que atuem nos limites superiores e inferiores destas classes, de forma que um número mínimo de casos de teste permita a maior cobertura de teste possível.

Outras Técnicas

Outras técnicas de teste podem e devem ser utilizadas de acordo com necessidades de negócio ou restrições tecnológicas. Destacam-se as seguintes técnicas: Teste de Performance, Teste de Usabilidade, Teste de Carga, Teste de Stress, Teste de Confiabilidade e Teste de Recuperação. Alguns autores chegam a definir uma técnica de Teste Caixa Cinza, que seria um mesclado do uso das técnicas de Caixa Preta e Caixa Branca, mas, como toda execução de trabalho relacionado à atividade de teste utilizará simultaneamente mais de uma técnica de teste, é recomendável que se fixem os conceitos primários de cada técnica.

Teste de software 2

Fases de Teste

Teste de Unidade

Também conhecida como Teste Unitário. É a fase do processo de teste em que se testam as menores unidades de software desenvolvidas( pequenas partes ou unidades do sistema). O universo alvo desse tipo de teste são os métodos dos objetos ou mesmo pequenos trechos de código. Assim, o objetivo é o de encontrar falhas de funcionamento dentro de uma pequena parte do sistema funcionando independentemente do todo.

Teste de Integração

Na fase de teste de integração o objetivo é encontrar falhas provenientes da integração interna dos componentes de um sistema. Geralmente os tipos de falhas encontradas são de envio e recebimento de dados. Por exemplo, um objeto A pode estar aguardando o retorno de um valor X ao executar um método do objeto B, porém este objeto B pode retornar um valor Y, desta forma gerando uma falha. Não faz parte do escopo dessa fase de teste o tratamento de interfaces com outros sistemas (integração entre sistemas). Essas interfaces são testadas na fase de teste de sistema, apesar de, a critério do gerente de projeto, estas interfaces poderem ser testadas mesmo antes de o sistema estar plenamente construído..

Teste de Sistema

Na fase de Teste de Sistema o objetivo é executar o sistema sob ponto de vista de seu usuário final, varrendo as funcionalidades em busca de falhas. Os testes são executados em condições similares – de ambiente, interfaces sistêmicas e massas de dados – àquelas que um usuário utilizará no seu dia-a-dia de manipulação do sistema. De acordo com a política de uma organização podem ser utilizadas condições reais de ambiente, interfaces sistêmicas e massas de dados.

Teste de Aceitação

Fase de Teste em que o teste é conduzido por usuários finais do sistema. Os testes são realizados, geralmente, por um grupo restrito de usuários finais do sistema. Esses simulam operações de rotina do sistema de modo a verificar se seu comportamento está de acordo com o solicitado. Teste formal conduzido para determinar se um sistema satisfaz ou não seus critérios de aceitação e para permitir ao cliente determinar se aceita ou não o sistema. Validação de um software pelo comprador, pelo usuário ou por terceira parte, com o uso de dados ou cenários especificados ou reais. Pode incluir testes funcionais, de configuração, de recuperação de falhas, de segurança e de desempenho.

 Teste de Operação

Fase de Teste em que o teste é conduzido pelos administradores do ambiente final onde o sistema ou software entrará em ambiente produtivo. Vale ressaltar que essa fase é aplicável somente a sistemas de informação próprios de uma organização, cujo acesso pode ser feito interna e/ou externamente a essa organização. Nessa fase de teste devem ser feitas simulações para garantir que a entrada em produção do sistema será bem sucedida. Envolve testes de instalação, simulações com backup e restore das bases de dados, etc. Em alguns casos um sistema entrará em produção para substituir outro e é necessário garantir que o novo sistema continuará garantindo o suporte ao negócio.

 Teste de Regressão

Fase de Teste aplicável a uma nova versão de software ou à necessidade de se executar um novo ciclo de teste durante o processo de desenvolvimento. Consiste em se aplicar, a cada nova versão do software ou a cada ciclo, todos os testes que ja foram aplicados nas versões ou ciclos de teste anteriores do sistema. Inclui-se nesse contexto a obervação de fases e técnicas de teste de acordo com o impacto de alterações provocado pela nova versão ou cilo de teste. Para efeito de aumento de produtividade e de viabilidade dos testes, é recomendada a utilização de ferramentas de automação de testes, de forma que, sobre a nova versão ou ciclo de teste, todos os testes anteriores possam ser reexecutados com maior agilidade.

Testes Alpha, Beta e Gama

Em casos especiais de processos de desenvolvimento de software – Sistemas Operacionias, Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados(SGBD), e outros softwares comerciais disponibilizados no mercado nacional e internacional – os testes requerem fases também especiais antes do produto ser disponibilizado todos os usuários.O período entre o término do desenvolvimento e da entrega é conhecido como fase alpha e os testes executados nesse período como testes alpha. PRESSMAN afirma que o teste alfa é conduzido na instalação do desenvolvedor com o cliente. O software é usado num ambiente natural com o desenvolvedor “olhando sobre o ombro” do usuário e registrando erros e problemas de uso. Testes alfa são conduzidos num ambiente controlado.Completada a fase alpha de testes, são lançadas a grupos restritos de usuários versões de teste do sistema, denominadas versões beta. O Teste Beta também é um teste de aceitação voltado para softwares cuja distribuição atingirá grande número de usuários de uma ou várias empresas compradoras. PRESSMAN afirma que o teste beta é conduzido, em uma ou mais instalações do cliente, pelo usuário final do software. Diferente do teste alfa, o desenvolvedor geralmente não está presente. Conseqüentemente o teste beta é uma aplicação “ao vivo” do software num ambiente que não pode ser controlado pelo desenvolvedor. O cliente registra todos os problemas (reais ou imaginários) que são encontrados durante o teste beta e os relata ao desenvolvedor em intervalos regulares. Como resultado dos problemas relatados durante os testes beta, os engenheiros de software fazem modificações e depois se preparam para liberar o produto de software para toda a base de clientes.

Os testes Gama não são propriamente testes de software. A comunidade do teste de software usa este termo de forma sarcástica referindo-se aos produtos que são mal testados e são entregues aos utilizadores para que estes encontrem os defeitos já em fase de produção.


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CorpGlass, software específico para Têmperas e Vidraçarias

Categoria: Mercado do Vidro

Sistema vidraçaria

Corpsystem responde as suas perguntas:

Qual é a importância de um software para uma empresa?

Melhora a gestão como um todo, aumenta o controle, organiza o fluxo de informações, maior agilidade nos trabalhos e nos atendimentos aos clientes e como resultado maior assertividade e lucratividade.

De forma geral, como um software ajuda a melhorar o trabalho dos temperadores e vidraceiros?

O nosso software é um gerente virtual, de forma geral ajuda no controle dos atendimentos, nos cadastros, no controle financeiro, melhora a qualidade dos serviços, auxilia no controle de processos, no controle do estoque diminuindo as perdas, resumindo o CorpGlass proporciona controle, informação, agilidade e lucro, ou seja, aumenta o controle, a eficiência, a produtividade e melhora o relacionamento com os seus clientes.

Vocês possuem soluções específicas para Têmperas e Vidraçarias? Vocês fornecem softwares para qual grupo?

Sim, temos as duas soluções e ainda desenvolvemos o sistema sob medida para os nossos clientes. Adaptando as suas necessidades, inclusive oferecemos uma gama de soluções sendo: sistemas, website, hospedagem, e-commerce e consultoria em ti.

Cite um dos principais diferenciais do seu software para as Têmperas e Vidraçarias?

O alto custo que as empresas têm quando não investem ou não possuem um bom software é a mão-de-obra. É mais vantajoso e lucrativo aperfeiçoar os processos para reduzir o número de pessoal. O software CORPGLASS permite, com sua facilidade e praticidade, uma série de facilidades e integrações. Facilidade na digitação de vendas, com a utilização de projetos cadastrados, que executam cálculos automáticos, baixando os produtos, atualizando o contas a receber, gerando automaticamente, romaneio de carga, notas fiscais e gerando todas as condições para o acompanhamento da produção utilizando os processos automatizados por códigos de barras. Tudo isso a partir da digitação de um pedido de venda. Gera com sobra uma redução superior a 30% nos custos com pessoal. Sem esquecer da incrível economia na impressão e geração de papeis, onde o bolso e o meio ambiente também agradece.

O que os softwares de vocês oferecem aos clientes? Por favor, explicar com detalhes o que cada software faz (indicar também se são solução completa ou simples).

Solução Completa: Vendas e Orçamentos, Projetos, Controle de Devoluções, Faturamento, Controle de Compras, Controle Financeiro, Controle de Estoque, Controle de Produção, Controle de Expedição, Controle de Qualidade, Controle de Patrimônio, Contabilidade, Controle de Manutenção de Equipamentos e Recursos Humanos.

Solução Simples: Clientes (agenda e instalação), Vendas e Orçamentos, Controle de caixa e Controle de estoque.

Como é a implementação de um software em uma Têmpera ou Vidraçaria? Explicar com detalhes quais os passos da empresa para alinhar a produção com o programa.

Não tem ingrediente secreto. Instalamos o sistema com os cadastrados pré definidos e treinamos o nosso parceiro fazer os cadastros, definir agendamentos, fornecedores, compras, vendas e depois vamos para o financeiro, estoque, controle dos processos de produção e depois os controles gerenciais, auxiliando assim na gestão completa da vidraçaria, tudo isso a partir do nosso software o seu Gerente Virtual.

Como é o serviço de pós-venda oferecido por vocês? Oferecem manutenção, atualização de programas ou outro tipo de serviço?

Hoje temos o cliente como prioridade. Oferecemos todo o suporte e manutenção das nossas soluções com prioridade zero, seja por telefone, Skype, por acesso remoto ou pessoalmente.

Para garantir os melhores resultados aos nossos clientes, realizamos investimentos contínuos em treinamento e capacitação de nossos profissionais, através de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e soluções, visando oferecer sempre as melhores práticas de mercado.

Possuímos diversos aplicativos e versões para atender as mais variadas exigências de mercado, com profissionais especializados no ramo e sucesso comprovado pelos nossos clientes.

Desenvolvemos produtos e serviços sob medida para o crescimento da sua empresa e atendemos em todo o Brasil.

Diante das expectativas do mercado, mais uma vez estamos inovando e oferecendo o mais completo software desenvolvido para atender o ramo vidreiro: o software “CORPGLASS versão 2016”.

O software CORPGLASS é um excelente investimento, já que ele propõe melhorias gerenciais, correta gestão tributária, segurança da informação, redução de custos e competitividade.

Conte com a CORPSYSTEM, uma parceira que ao longo dos anos, acumulou conhecimento e experiência nos diversos casos de sucesso que revolucionaram o mercado vidreiro em todo território nacional, propiciando aos clientes retorno financeiro, oferecendo controle total no gerenciamento da empresa, evitando desperdícios, aumentando os controles e agilidade para obter maior lucratividade.

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Dicas para aproveitar sua página no Facebook

Categoria: Marketing

Anuncie no facebook

Não faça um perfil pessoal para seu negócio

Parece óbvio mas muitas pessoas ainda não fazem o correto, que é criar uma página no facebook que não é como criar um perfil comum. Na sua fan page, por exemplo, você não possui um limite de seguidores. No caso do perfil pessoal, o limite é de 5.000 amigos. A página permite, também, que você consiga criar anúncios e promoções e impulsionamentos de postagens e da própria página para que sua empresa consiga ter alcance no mercado mais rápido. Além disso, a página no facebook é uma ótima saída para quem ainda não tem orçamento para criar um site.

 

Anuncie no Facebook

As campanhas no Facebook (Facebook Ads) funcionam muito bem para a divulgação de sua página e de seus produtos. Mas tome cuidado, já que é muito fácil conseguir novos seguidores para sua página (investindo dinheiro), pode ser tentador e você gastará mais do que deveria.

 

Troque o endereço de sua página

Pode não parecer tão importante, mas só de trocar a URL de sua página as pessoas conseguem se sentir mais à vontade. Os endereços vem por padrão cheio de números que não são amigáveis. Você encontra facilmente onde se edita na área de configuração na página.

 

Faça conteúdos relevantes

Simplesmente poste coisas relacionadas ao tema proposto de sua empresa/página e que você sabe que elas vão gostar de ver em sua linha do tempo. Interaja, mas não esqueça que muitas postagens por dia, pode ficar cansativo dependendo do quê se trata.

 

Convide outras pessoas para curtir a página fora do Facebook

Coloque plugins do Facebook para curtidas no seu blog e envie e-mails para sua lista reforçando a página. Faça, também, algumas placas em seu estabelecimento que não haverá erro. Uma dica é fazer promoções com interação na rede social.

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CEST – Perguntas e respostas

Categoria: Mercado do Vidro

NFE

Através do Convênio ICMS 92/2015 foi criado a obrigatoriedade de informar, na nota fiscal, o Código Especificador da Substituição Tributária – CEST, que identifica a mercadoria passível de sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação do recolhimento do imposto, relativos às operações subsequentes.

O Convênio ICMS 139/2015 alterou o Convênio ICMS 92/2015, para prorrogar para 01.04.2016 o início de obrigatoriedade de mencionar o referido código.

1 – O que é CEST?
R.: Código Especificador de Substituição Tributária.

2 – Como surgiu o CEST? Qual a sua base legal?                                        R.: Surgiu a partir do Convênio de ICMS N° 92 de 20 de Agosto de 2015, publicado no Diário Oficial de 24/08/2015.

3 – Qual a função do CEST?
R.: Visa uniformizar e identificar a mercadoria sujeita aos regimes de substituição tributária e de antecipação do recolhimento do imposto relativo às operações subsequentes, detalhando exatamente qual produto está sendo movimentado.

4 – Quem está obrigado a utilizar o CEST?
R.: Todas as empresas que realizam a emissão de Nf-e/NFC-e com produtos que estejam sujeitos à substituição tributária ou antecipação.

5 – Se a mercadoria não possuir incidência de ICMS Substituição Tributária, ou se a operação for isenta ou não tributada, é necessário informar o código CEST?                                                                                    R.: Se for realizada alguma operação com a mercadoria ou bens listados nos anexos II a XXVIII do Convênio do ICMS 92/2015, mesmo que não haja a incidência de ICMS Substituição Tributária ou ICMS normal deve-se informar o código CEST.
7 – É possível gerar a Nota Fiscal Eletrônica sem o CEST?
R.: Será possível apenas para notas fiscais eletrônicas com data de emissor anterior à 01/01/2016; assim a partir do ano de 2016 esse código é obrigatório.

8 – Há alguma relação entre o Número CEST e o NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul)?
R.: Sim, nas tabelas dos anexos do Convênio 92/2015, cada número de CEST é relacionado a um ou mais códigos de NCM. Assim, esses dois códigos devem ser preenchidos respeitando essa relação, pois do contrário, quando for gerada a nota fiscal eletrônica serão ocasionados erros nos campos específicos (tag’s) do NCM e CEST.

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Obrigatoriedade do CEST na NF-E a partir de 2016

Categoria: Mercado do Vidro

NFE

Software CORPGLASS já atende a nova obrigação para 2016, Código CEST na NF-E.

Toda essa alteração, faz-se necessário para que haja uma uniformização na identificação destas mercadorias e bens que podem ser enquadradas no regime de substituição tributária.

Para poder atender a Nota Técnica 2015.003 os desenvolvedores de software terão que se acostumar com uma nova sigla CEST (Código Especificador da Substituição Tributária) e também adaptar uma nova sistemática nos softwares emissores, baseada nesta tabela oficial deste novo código, que passa a fazer parte do XML da NF-e (Nota Fiscal Eletrônica).
O CEST é composto por 7 (sete) dígitos, conforme explicação abaixo:

Nota-se uma relação entre o CEST e o NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) e esta, deve ser a base para que os desenvolvedores consigam implementar nos seus sistemas, uma forma automatizada de preencher o campo no XML. Neste caso, é importante que os cadastros do NCM no sistema estejam corretos, pois caso contrário, além da informação do NCM estar incorreta, a automatização também gerará uma informação incorreta na tag específica do CEST.

A tabela oficial publicada no site do CONFAZ, poderá sofrer modificações, tendo em vista que, as mercadorias e bens passíveis do regime de substituição tributária constantes na tabela do CEST também poderá sofrer alterações.

Vale lembrar também que, existem Regras de Validação implementadas nos servidores das Secretaria de Fazenda, específicas para estes códigos CEST, que passarão a ser executadas conforme o calendário de implantação da NT 2015.003 e que poderão causar diversas Rejeições no momento da transmissão, podendo causar um impacto no faturamento das empresas.

ICMS/Nacional – CONFAZ divulga lista do CEST
CONFAZ divulga lista do CEST – Código Especificador da Substituição Tributária.

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O vidro é um produto 100% reciclável, como controlar e reaproveitar retalho de vidros

Categoria: Mercado do Vidro

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O vidro é um produto 100% reciclável. É possível aproveitá-lo de várias formas. A mais simples e visível é a embalagem retornável de refrigerante ou cerveja

Existem vários métodos de aproveitamento de retalhos e peças de vidros que geralmente não têm mais utilidade e são descartados em vidraçarias ou até mesmo nas residências, como por exemplo, uma garrafa, que após o processo pode se transformar em uma peça decorativa.

Também é possível reaproveitar peças ainda dentro da indústria para serem utilizadas numa nova otimização.

Somente um software de gestão pode lhe auxiliar na administração de seus estoques de chapas e de retalhos, além das peças prontas. E são vários os benefícios tais como:

– Melhor aproveitamento dos retalhos disponíveis;

– Melhor avaliação da situação patrimonial da empresa, no que diz respeito aos estoques de chapas, ao permitir o ajuste criterioso da depreciação dos retalhos, uma vez que, matematicamente, as chapas, por suas dimensões maiores, têm a tendência a propiciar melhor aproveitamento;

– Melhor uso do espaço de estoque disponível (e a consequente redução nesses custos);

– Maior facilidade no controle dos níveis de estoque;

– Auxílio a Compras: informações precisas sobre estoques mínimos sem comprometer a produção;

– Apontamento das não conformidades e lançamento dos retalhos;

– Software totalmente integrado com os conceitos acadêmicos de gestão de estoque;

– Possibilidade de extrair relatórios de Curva ABC do estoque;

– Relatórios de Movimentação de Estoque;

– Itens abaixo do estoque mínimo;

– Cálculo automático de consumo médio;

– Controle de custos;

– Relatório para atender o Bloco K;

Controle de Retalho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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São José dos Campos obriga todos os prestadores de serviços emitirem NFS-e

Categoria: Mercado do Vidro

Comunicado Importante

A partir de 01.04.2016, todas as Empresas Prestadoras de Serviços que ainda emitem Nota Fiscal manual no Município de São José dos Campos por meio de talonário, estão OBRIGADAS a emitir a Nota Fiscal Eletrônica NFS-e, conforme Decreto nº 16.883 de 02 de Março de 2016.

Diante disto, orientamos que todas as Empresas que contratarem serviços de Empresas de São José dos Campos, inclusive MEI (Microempreendedor Individual), não poderão aceitar a partir de 01.04.2016, NOTA FISCAL EMITIDA POR MEIO MANUAL, qualquer dúvida entrem em contato conosco para orientação.
Sendo assim, a partir de 01.04.2016 todas as Notas Fiscais emitidas manualmente de serviços contratados por sua empresa, serão devolvidas pela Contabilidade para que vocês solicitem a substituição por NOTA FISCAL ELETRÔNICA.

Conforme orientação da Prefeitura as Empresas que aceitarem Nota Fiscal Manual a partir de 01.04.2016 estarão sujeitas a penalidades.

Segue abaixo a Notificação da Prefeitura de São José dos Campos
Comunicado Nº: 1115764

NOTIFICAÇÃO

Notificamos V.Sª de que por força do Decreto nº 16.883/2016, a partir de primeiro de abril de 2016 todas as empresas prestadoras de serviços serão obrigadas a emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica- NFS-E, conhecida como Nota Joseense.
Notificamos ainda que a utilização do sistema da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica é automática não necessitando de autorização ou credenciamento junto a Prefeitura.
Lembramos que o descumprimento das normas constantes do Decreto em questão e a emissão de notas fiscais impressas a partir de abril sujeitará essa empresa às penalidades previstas nas legislações vigentes.
A presente notificação objetiva informar aos senhores tomadores de serviços que a partir de abril de 2016 somente a nota fiscal de serviço eletrônica será o documento hábil na contratação de serviços dos prestadores de São José dos Campos.
Para atendimento operacional do sistema o telefone de contato é 08002008010 ou e-mail atendimento@ginfes.com.br
A Prefeitura disponibilizou um hotsite
(http://www.sjc.sp.gov.br/secretarias/fazendahotsite nota joseense.aspx) que reúne todas as informações sobre a Nota Joseense.
Fica, portanto esta empresa Ciente do teor da presente notificação.

São José dos Campos, 11 de Abril de 2016.

Depto Fiscal


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Gestão pública e portais da transparência

Categoria: Gestão em TI

Gestão-Pública

A Corpsystem desenvolve e comercializa produtos e serviços inovadores em tecnologia da informação, tornando-os viáveis e qualificados às gestões públicas, levando mais confiabilidade e segurança para seus clientes.

Desenvolvemos o mais novo produto em plataforma web que disponibiliza às administrações públicas, uma aplicação com tecnologias livres e banco de dados unificado, totalmente interligado. Além de agregar valor à gestão pública, a ferramenta ainda garante maior agilidade com buscas on-line capazes de minimizar a burocracia com a versatilidade necessária para se adaptar a realidade de cada município.

Principais vantagens

  • Acesso facilitado via internet
  • Banco de dados unificado, totalmente interligado e livre
  • Padronização visual
  • Adaptado às necessidades de cada gestão
  • Visão ampla da administração