Artigos da categoria: Gestão Empresarial

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Por que e como substituir o Emissor de Cupom Fiscal (ECF) pelo SAT ?

Categoria: Gestão Empresarial

 

SAT FISCAL

Lojas, supermercados, postos de combustíveis e varejistas que faturaram 100 mil reais ou mais em 2015 no Estado de São Paulo estão obrigados a substituir seu Emissor de Cupom Fiscal (ECF) pelo Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) de cupons fiscais eletrônicos, a partir de 01/01/2016.

A obrigatoriedade vale para estabelecimentos que não tiverem uma solução fiscal implantada ou que tiverem impressoras fiscais com mais de cinco anos de uso contados a partir da primeira lacração. Essa é a quinta etapa do cronograma estabelecido pela Secretaria da Fazenda, que, desde julho de 2015, determinou que farmácias, minimercados, lojas de materiais de construção, entre vários outros setores do varejo, realizassem a substituição.  

O ECF, não envia informações no formato XML e não é conectado à internet, o que gera dificuldade para o controle da Secretaria da Fazenda de São Paulo, além de retrabalho para os contadores. Hoje a realidade é outra, vivemos conectado o tempo todo e precisamos de um upgrade nas tecnologias de controle fiscal do varejo.

Foi com o objetivo de padronizar o processo de envio de dados que o SAT surgiu. Trata-se de um equipamento online responsável pela geração, autenticação e transmissão do cupom fiscal eletrônico (CF-e) que independe de qualquer intervenção do varejista. Basta que ele emita o documento fiscal pelo equipamento. O SAT armazena e envia as informações, mas não faz a impressão dos cupons. Para a impressão dos comprovantes de venda, o varejista continuará utilizando uma impressora convencional.

Outro benefício está no fato de o SAT ter memórias internas reaproveitáveis, podendo reter informações de, pelo menos, dez dias. Imagine que um estabelecimento tenha a conexão à internet suspensa por qualquer motivo. Ele não perde nenhum dado gerado em todo esse período e, assim que a conexão for restabelecida, a transmissão das informações pode ser feita com segurança.

A terceira grande vantagem é que o SAT pode ser utilizado em rede, o que significa que os varejistas não precisarão mais instalar um equipamento para cada caixa registradora, já que ele pode ser compartilhado por vários caixas e impressoras. Dependendo do tamanho da rede, a economia pode ser bastante considerável.  

De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, desde o início da obrigatoriedade até o dia 10 de dezembro foram transmitidos ao Fisco paulista 158 milhões de cupons fiscais eletrônicos (CF-e) por meio de equipamentos SAT. Segundo a secretaria, esse número está condizente com suas expectativas e vem crescendo exponencialmente a cada dia. Ainda assim, acreditamos que muitas empresas podem não estar totalmente informadas sobre a obrigatoriedade da substituição e, por isso, estejam correndo o risco de serem autuadas.  

Ele lembra que os documentos fiscais emitidos por ECF com data de utilização expirada são considerados inábeis e deixam o emissor sujeito a multa equivalente a 2.355 reais por documento. Para quem não tem certeza se a data de validade do ECF está expirada, a dica é consultar o site da Secretaria da Fazenda de São Paulo. No menu “Serviços Mais Acessados” está a opção “Posto Fiscal Eletrônico – Serviços Eletrônicos”. Para fazer a consulta, é necessário ter nome de usuário e senha.

As empresas precisam se preparar para o SAT, mas a CORPSYSTEM tem a solução e todo conhecimento e experiência na implantação desta nova tecnologia.

E para os casos de clientes que não utilizavam nenhum controle, o seu contador também vai ficar bastante feliz quando, com uma senha eletrônica, conseguir baixar tudo o que for gerado. Não dá nem para comparar com o trabalho que ele tinha antes para decifrar e digitar nota por nota.

Conte com a CORPSYSTEM, uma parceira que ao longo dos anos acumulou conhecimentos e experiências nos diversos casos de sucesso que revolucionaram o mercado em todo território nacional, propiciando aos clientes retorno financeiro, oferecendo controle total no gerenciamento da empresa, evitando desperdícios, aumentando os controles e agilidade para obter maior lucratividade.


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Como utilizar a tecnologia RFID ?

Categoria: Gestão Empresarial

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Como utilizar a tecnologia RFID ?

A tecnologia de RFID moderniza a empresa?

Imagine um fabricante de produtos eletrônicos saber onde e quantos produtos estavam estocados em seus centros de distribuição?

Muitas empresas não conseguem fazer um inventário completo do estoque. Quando necessário, realizava uma contagem manual e sempre encontra erros.

Muitas vezes algumas peças são dadas como vendidas – ou pior, perdidas – e, tempos depois, encontradas em alguma prateleira. Produções bastante diversificadas encontram muitas dificuldades no seu controle.

Se deseja rastrear peças  dentro da empresa com eficiência e segurança, sugerimos investir em um projeto de Radio Frequency Identification (RFID), tecnologia que permite identificar e rastrear objetos por meio de sinais de radiofrequência emitidos por etiquetas eletrônicas (ou chips) e captados por leitores.

A empresa pode implantar a tecnologia em fases, por linha de produto. Dividindo o projeto em três partes: software, etiquetas e equipamento de leitura. “O software recebe as informações das etiquetas e as envia para o nosso ERP CorpEmpresarial”, diz Jobe de Lima, referindo-se ao sistema de gestão empresarial. “Essa integração entre o sistema, que pensam ser a etapa mais complicada, é a mais simples”, afirma. Deve-se se atentar para encontrar as etiquetas certas para cada linha ou tipo de produto.

Com o RFID são necessários apenas alguns segundos para contar milhares de itens. A contagem manual apresenta erros, enquanto a do RFID é precisa. Você ganha produtividade e confiabilidade nos inventários.

Outro benefício da tecnologia está no fato de que cada etiqueta eletrônica carrega o número de série do produto. Se houver 10 mil itens em estoque, teremos 10 mil números de série diferentes para saber onde cada uma está posicionada. Assim, se a mesma etiqueta for passada no leitor duas ou mais vezes, a contagem continuará exata, porque o leitor contabilizará apenas um produto.

O RFID rastreia e controla a utilização de matéria-prima e otimiza o estoque. Ninguém precisa avisar que está na hora de comprar determinado insumo porque essa informação vai automaticamente para o ERP CorpEmpresarial da Corpsystem.

O próximo passo é fazer um portal móvel de leitura que possa identificar todos os produtos de um pallet de uma única vez. A empresa também pode expandir os benefícios do sistema de identificação para que os clientes também façam o rastreamento automático dos produtos, com informações sobre data de validade e de manutenção preventiva.

O custo desta tecnologia baixou, é possível comprar etiquetas atualmente a 0,05 centavos de real. Há quatro anos, custavam 0,55 centavos, em média. Outra revolução aconteceu na eficiência da leitura de dados. E com a chegada de novos chips e versões de leitores, surgiram novas aplicações. Para embalagens úmidas, por exemplo, a tecnologia era ineficiente. Agora já não é mais problema.

Muitas empresas estão descobrindo outras funcionalidades da tecnologia RFID que não tinham considerado quando começaram a analisar o retorno sobre investimento (ROI) do projeto. Elas procuram RFID porque precisam de uma solução rápida e confiável para fazer a contagem de produtos, mas acabam encontrando muito mais benefícios, como por exemplo verificar se um profissional está adentrando ou acessando um local com equipamentos de segurança fora da validade ou das especificações necessárias.

Veja outros exemplos: por “RFID Journal LLC”.

 

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Os cinco benefícios que um ERP traz para as pequenas e médias empresas

Categoria: Gestão Empresarial

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Responsáveis por uma fatia significativa da geração de riquezas e empregos no Brasil – 40% do PIB e 53% dos empregos -, as pequenas e médias empresas já são as grandes protagonistas da economia nacional. E a tecnologia pode ajudá-las a impulsionar ainda mais seus resultados. Recentemente, a Microsoft divulgou um estudo realizado pelo Boston Consulting Group (BCG) que concluiu que as empresas emergentes mais abertas à tecnologia geram mais empregos e receita.

 

1. Melhorias gerenciais

Eliminando as diversas planilhas e unificando dados e processos, os gestores têm mais controle sobre as informações, podem prever cenários e, assim, amplificam seu poder de decisão.

 

2.  Gestão tributária

Motivo de dor de cabeça para empresas de todos os tamanhos, o sistema tributário brasileiro é realmente complexo. Conseguir segurança fiscal é um exercício diário para as organizações de todos os tamanhos. A automatização e a integração da controladoria reduzem retrabalho e falhas nas relações com o fisco, evitando multas e gastos excessivos. Diminui também a dependência de terceiros, como contadores – vale pensar no custo-benefício.

 

3.   Segurança da informação

A unificação dos trabalhos num único sistema dificulta o extravio das informações e até possíveis fraudes. Melhor ainda se o ERP estiver na nuvem (Cloud Computing) pois, como a infraestrutura e a manutenção da solução ficam por conta do fornecedor, a empresa ganha segurança e tranquilidade.

 

4.   Redução de custos

Reduzir custos e otimizar a produtividade é a combinação dos sonhos. Ao reorganizar os processos de negócio, automatizar as operações diárias e melhorar a acurácia no cálculo de impostos, a empresa ganha redução de custos operacionais.

 

5.   Competitividade

Com melhorias gerenciais, processos padronizados, sincronizados e seguros, ganho de tempo, segurança da informação e redução dos custos, a empresa se torna mais confiante. Isso impacta a qualidade dos produtos e serviços, e a gestão de pessoas, melhorando seu poder competitivo.

 

Conte com a CORPSYSTEM, uma parceira que ao longo dos anos acumulou conhecimentos e experiências nos diversos casos de sucesso que revolucionaram o mercado em todo território nacional, propiciando aos clientes retorno financeiro, oferecendo controle total no gerenciamento da empresa, evitando desperdícios, aumentando os controles e agilidade para obter maior lucratividade.


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Como contratar um software de Gestão

Categoria: Gestão Empresarial

Formas de Contratação

Conhecer a forma como os fabricantes de Software de Gestão comercializam seus sistemas é de suma importância para qualquer empresa ou profissional que busca conhecimento sobre SOFTWARE DE GESTÃO.

  1. Licença de Uso (LU) ou Cessão de Direito de Uso (CDU) do software
  2. Manutenção do Software de Gestão
  3. Suporte do Software de Gestão
  4. Evolução Tecnológica do SOFTWARE DE GESTÃO
  5. Instalação do Software de Gestão
  6. Implantação do Software de Gestão
  7. Gestão de Projetos de Implantação do Software de Gestão
  8. Translado/Deslocamento
  9. Customização do Software de Gestão

 

Um projeto de aquisição de SOFTWARE DE GESTÃO contém, em sua grande maioria, as seguintes divisões:

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  1. Licença de Uso (LU) ou Cessão de Direito de Uso (CDU):

Para utilizar um Software de Gestão é necessário que a empresa adquira as licenças de utilização ou, de uso. Esta licença permitirá que os usuários acessem o SOFTWARE DE GESTÃO.

Existem modalidades de vendas unitárias (por módulo, ou completa, esta ao SOFTWARE DE GESTÃO todo, independente do módulo) e também modalidades que permitem acesso ilimitado e a todos os módulos do SOFTWARE DE GESTÃO, utilizando como métrica o faturamento da empresa e sobre ele aplicando-se um fator (%).

Existem também outras formas de contratação, onde não é necessária a aquisição, e sim assinatura ou aluguel.

Na modalidade aluguel, não existe a aquisição da CDU e o valor cobrado gira em torno da fração de 24 a 36, sendo que neste cálculo, o valor mensal do aluguel em 24 a 36 meses chega-se ao preço da aquisição da Licença de Uso. Na modalidade aluguel alguns benefícios fiscais de amortização do bem patrimonial não são permitidos, pois não existe pela empresa a ativação do bem.

A assinatura de Software de Gestão é uma modalidade de comercialização relativamente nova, muito aderente para SOFTWARE DE GESTÃO com estrutura via WEB (acesso pela internet) e com foco nas pequenas empresas.

 

  1. Manutenção:

Para que a empresa continue a utilizar o SOFTWARE DE GESTÃO, as empresas de TI cobram uma taxa de manutenção, que representa geralmente algo em torno de 20% a 45% (anual) do valor da licença de uso adquirida.

Por exemplo; se a CDU tem o preço de $1.000,00 / aquisição, o valor de manutenção anual, será em torno de $ 200,00 a $ 450,00 por ano, em torno de $ 16,6 a $ 37,5 mensais.

A manutenção é um valor que deve estar contemplado no orçamento da empresa que optará por um Software de Gestão.

 

  1. Suporte:

Quando a empresa iniciar a utilização do SOFTWARE DE GESTÃO, seus funcionários necessitarão de apoio para dúvidas e aplicações de pacotes de melhoria/correção.

As empresas de TI (fabricantes de SOFTWARE DE GESTÃO) oferecem o serviço de suporte, que hoje pode ser via telefone, portal (internet) e outros meios de comunicação instantânea, tais como MSN, Skype e demais.

Ainda sobre o suporte, as empresas de TI também oferecem suporte diferenciado, algo num estilo mais “Premium” focando atendimento mais personalizado.

 

  1. Evolução Tecnológica:

O Software de Gestão é alvo de atualizações e inovações constantes, seja de melhoria de funcionalidades até de atualizações fiscais, necessárias após anúncio de novas regras tributárias determinadas pelos órgãos fiscais vigentes.

Com direito a Evolução Tecnológica, as empresa tem acesso a novas versões do sistema SOFTWARE DE GESTÃO sem nenhum desembolso financeiro adicional.

 

  1. Instalação:

A Instalação é quando o sistema, de forma técnica é instalado, na sua forma padrão.

Esta instalação pode ocorrer nos servidores do cliente ou Datacenter especializado, neste caso temos a modalidade Saas, hoje mais conhecida como “Cloud Computing”.

 

  1. Implantação:

A Implantação é calculada com base num escopo determinado no momento de análise de aderência e levantamento de informações.

Também chamado de arquitetura de soluções, onde é feito um estudo prévio, em muitos casos com um detalhamento mais superficial visando avaliar os pontos que o Software de Gestão atende de forma padrão e os pontos que serão customizados.

O escopo de implantação envolve os departamentos e processos/regras de negócio que serão atendidos, variando de acordo com a necessidade.

De uma forma ampla, o levantamento do preço do projeto de implantação é feito com base no volume de horas estimado para a execução do projeto, multiplicado pelo valor da hora cobrado pela empresa fabricante de Software de Gestão ou uma Consultoria especializada, geralmente este valor é um valor de mercado e entre as grandes empresas de TI ele fica aproximado.

No caso de empresa de TI com sistemas mais simples e implantações menores, os preços de valor hora praticados tendem a ser menores.

 

  1. Gestão de Projetos:

As empresas de TI quando calculam a quantidade de horas estimadas numa implantação, calculam também as horas necessárias para a atividade de gestão de projetos.

Este profissional, gerente de projetos, é muito importante para que o projeto tenha sucesso e que o escopo seja atendido no prazo acordado e com a qualidade esperada.

Outro ponto importante na atividade de gestão de projetos é a documentação dos processos definidos e implantados, é de suma importância à empresa que visa implantar o Software de Gestão, solicitar a empresa de TI fabricante de SOFTWARE DE GESTÃO ou Consultoria especializada, que já estime a quantidade de horas necessárias para a documentação e inclua no escopo, pois no futuro, esta informação catalogada será essencial para a empresa.

 

  1. Translado:

No volume de horas estimado para a implantação, é prática de mercado calcular o número de visitas e com base nisto, adicionar a quantidade de horas que o profissional investirá para se deslocar até a empresa.

Por este motivo, visitas de meio-período tornam-se menos produtivas e mais caras na implantação, pois o translado será o mesmo.

 

  1. Customização:

Tudo o que estiver fora do padrão do sistema de gestão empresarial (Software de Gestão), principalmente em regras de negócios e processos, será customizado para atender única e exclusivamente a demanda daquela empresa, neste caso esta necessidade para ser atendida terá um investimento adicional.

Quando a empresa for incluir alguma customização no projeto é importante incluir no escopo, o serviço de suporte a customização, pois depois de implantado o SOFTWARE DE GESTÃO, teremos atualizações quem envolverão o processo que foi customizado, possivelmente poderão acontecer problemas na conversão desta customização, com este serviço de suporte, estes problemas são minimizados e acompanhados pela empresa de TI que o customizou.


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Em Janeiro de 2017, Sefaz irá descontinuar emissores gratuitos da NF-e e CT-e

Categoria: Gestão Empresarial

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A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo informa que a partir de janeiro de 2017 os aplicativos gratuitos para emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) serão descontinuados.

Com a gradual adesão das empresas aos sistemas de documentos eletrônicos, o Fisco Paulista verificou que a maioria dos contribuintes deixou de utilizar o emissor gratuito e optou por soluções próprias, incorporadas ou personalizadas a seus sistemas internos.  No mercado há muitas opções de emissores, alguns deles com uma versão básica gratuita.

Os emissores gratuitos são oferecidos pela Secretaria da Fazenda aos contribuintes desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais e sua transmissão via internet com o objetivo de massificação do seu uso. Apesar dos investimentos realizados, recente levantamento da Secretaria da Fazenda aponta que o total de NF-e’s geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios.

Os contribuintes que tentarem realizar o download dos emissores de NF-e e CT-e receberão a informação sobre a descontinuidade do uso dos aplicativos gratuitos. A partir de 1º de janeiro de 2017 não será mais possível fazer o download dos emissores.

A Secretaria da Fazenda recomenda que os usuários que já tenham o aplicativo instalado, façam a migração para soluções próprias antes que a introdução de novas regras de validação da NF-e e do CT-e impeçam o seu correto funcionamento.


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O profissional que as empresas desejam

Categoria: Gestão Empresarial

Levantamento mostra o que as melhores companhias buscam na hora de contratar.

Prepare-se!

Por Andrea Giardino, redação VOCÊ S/Aimg1

 

 

 

 

 

 

O que as empresas buscam na hora da contratação? A VOCÊ S/A fez um levantamento com as 30 companhias classificadas neste guia para descobrir o que elas mais valorizam quando recrutam um jovem profissional. Sete em cada dez afirmam que vão expandir os negócios ao longo de 2011. Essa condição, de rápido crescimento, impacta diretamente o perfil de quem estão contratando agora.

“Queremos pessoas com visão empreendedora, dinâmicas e com espírito inovador”, diz Sandro Bassili, vice-presidente de gente e gestão da Ambev, que este ano deve investir 2,5 bilhões de reais em novas fábricas, centros de distribuição e atualização das unidades atuais. Ao contrário do que se imagina, as companhias não dão tanta importância a cursos de pós-graduação ou MBA no currículo de quem está começando.

A ansiedade para conquistar o emprego dos sonhos é tanta que muitos jovens se matriculam em cursos desse tipo assim que deixam a faculdade, achando que valorizará seu passe. “Isso só faz sentido depois de alguns anos de carreira, quando aumentam as exigências de gestão”, afirma Armando Bordallo, diretor de RH da Ernst & Young Terco.

No entanto, ter uma bagagem, por sua vez, é uma característica bem valorizada. Ou seja, conta o conhecimento ganho no dia a dia. “O candidato não precisa de MBA nem de experiência internacional. Preferimos formar aqui”, diz Sandro, da Ambev.

Se você busca um projeto de carreira bacana, conheça as principais competências e qualificações desejadas pelas melhores empresas. Fica mais fácil se preparar para trabalhar em uma delas.

HABILIDADES COMPORTAMENTAIS
Quais são as 5 principais competências que sua empresa busca ou vai buscar nos jovens profissionais?

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CAPACITAÇÃO
Quais são os principais aspectos que um jovem profissional precisa ter para trabalhar na sua empresa?

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CEP – Controle Estatístico de Processos

Categoria: Gestão Empresarial

A função básica do controle estatístico de processo é padronizar a produção de forma a evitar a variabilidade. A variabilidade como o próprio nome diz, são as variações ocorridas nas especificações dos produtos finais de uma organização. Essa variação compromete o sistema de qualidade visto que alguns produtos deverão ser retrabalhados ou simplesmente sucateados.

Grafico CEP

Uma ferramenta importantíssima no controle estatístico de processo é a estatística. Através dela efetua-se coleta de dados no processo e formaliza-se uma padronização que deverá ser acompanhada de perto pelos envolvidos no processo de produção.

Existem formas de implantação deste procedimento que devem ser observadas para garantir seu êxito. A primeira delas é selecionar o processo que será utilizado para aplicação do controle estatístico. A prioridade é escolher processos cujos produtos possuem grandes índices de rejeição ou necessitam de grande controle de inspeção.

Os processos cujos produtos possuem grandes índices de rejeição ou necessitam de grande controle de inspeção. Os processos que estão sendo executados harmoniosamente serão analisados posteriormente, pois se não existem sintomas de anomalias não requerem uma preocupação inicial.

O CEP informa quando agir e quando não agir. Se a ação for tomada oportuna e adequadamente ela se mostra econômica e eficaz. Quando se age no processo estamos nos orientando para o futuro e com isso evitamos o desperdício.

Nosso sistema ERP, possui esta ferramenta para auxiliar os nossos clientes produzirem com qualidade.

Conte com a CorpSystem especialista em soluções corporativas.